
17 de setembro Santa Hildegarda de Bingen, Virgem e Doutora da Igreja (1098-1179)
Mulher extraordinária, mística, cientista, compositora, conselheira de bispos e imperadores, influenciou a espiritualidade católica por meio de seus escritos, traduzidos em quase todas as línguas do mundo. Canonizada em 1584, o Papa Bento XVI a proclamou doutora da Igreja em 2012.

17 de setembro São Roberto Belarmino, Bispo e Doutor da Igreja (1542-1621)
Nasceu no ano de 1542 em Montepulciano, na Toscana (Itália). Ingressou na Companhia de Jesus em Roma e foi ordenado sacerdote. Sustentou célebres disputas em defesa da fé católica e ensinou Teologia no Colégio Romano. Feito cardeal e nomeado Bispo de Cápua, contribuiu com a sua atividade junto das Congregações Romanas para a resolução de numerosos problemas. Faleceu em Roma no ano 1621.

16 de setembro Santos Cornélio, Papa, e Cipriano, Bispo, Mártires († 253; 258)
São Cornélio, pontífice e pastor, de alma grande e misericordiosa, muito trabalhou pela reconquista e reconciliação dos cristãos que tinham cedido às perseguições. Ao mesmo tempo, defendeu a unidade da Igreja contra os cismáticos novacianos, confortado pela solidariedade de Cipriano. Morreu em Civitavecchia, exilado pelo imperador Galo, e foi sepultado no cemitério de Calisto. São Cipriano, convertido do paganismo em 245, foi ordenado Bispo de Cartago em 249. Entre os expoentes máximos, juntamente com Tertuliano, da primeira latinidade cristã, em seu magistério deu notável contribuição à doutrina sobre a unidade da Igreja reunida em torno da Eucaristia sob a direção do bispo. Morreu mártir na perseguição de Valeriano.

15 de setembro Monsenhor Ângelo Angioni – Venerável (1915-2008)
Fundador do Instituto Missionário do Coração Imaculado de Maria, aliou a proclamação do Evangelho à promoção da dignidade humana em um contexto de extrema pobreza. Seu apostolado transbordava amor ao Senhor e o desejo de compartilhá-lo com aqueles que lhe eram confiados aos cuidados pastorais.

15 de setembro Bem-aventurada Virgem Maria das Dores
A memória da Virgem das Dores chama-nos a reviver o momento decisivo da história da salvação e a venerar a Mãe associada à paixão do Filho e ao lado dele elevado na cruz (Jo 19,25-27; São Paulo VI, “Marialis Cultus”, 7). Sua maternidade assume no Calvário dimensões universais (São Paulo VI, ibidem, 37). Esta memória de origem devocional foi introduzida no calendário romano pelo Papa Pio VII (1814).

14 de setembro Exaltação da Santa Cruz
A cruz, sinal do mais terrível entre os suplícios, é para o cristão a árvore da vida, o tálamo, o trono, o altar da nova aliança. De Cristo, novo Adão adormecido na cruz, jorrou o admirável sacramento de toda a Igreja. A cruz é o sinal do senhorio de Cristo sobre os que no Batismo são configurados a ele na morte e na glória (cf. Rm 6,5). Na tradição dos Padres, a cruz é o sinal do Filho do Homem que comparecerá no fim dos tempos (cf. Mt 24,30). A festa da Exaltação da Cruz, que no Oriente é comparada àquela da Páscoa, relaciona-se com a dedicação das basílicas constantinianas construídas no Gólgota e sobre o sepulcro de Cristo.