3 de dezembro São Francisco Xavier, Presbítero (1506-1552)

Santa Bibiana era natural de Roma. Flaviano, seu pai, foi preso, queimado no rosto com um ferro aquecido e banido para Acquapendente, onde veio a falecer alguns dias mais tarde, devido aos ferimentos; sua mãe, Dafrosa, foi algum tempo depois decapitada. Bibiana e sua irmã Demétria, após a morte dos pais, foram despidas de tudo que possuíam no mundo e sofreram muito com a pobreza.

2 de dezembro Santa Bibiana, Virgem e Mártir

Santa Bibiana era natural de Roma. Flaviano, seu pai, foi preso, queimado no rosto com um ferro aquecido e banido para Acquapendente, onde veio a falecer alguns dias mais tarde, devido aos ferimentos; sua mãe, Dafrosa, foi algum tempo depois decapitada. Bibiana e sua irmã Demétria, após a morte dos pais, foram despidas de tudo que possuíam no mundo e sofreram muito com a pobreza.

Aproniano, governador de Roma, convocou-as para virem à sua presença. Demétria, tendo feito sua confissão de fé, caiu e expirou ao pé do tribunal, diante do juiz. Aproniano deu ordens para que Bibiana fosse posta nas mãos de uma terrível mulher chamada Rufina, que devia convencê-la a mudar de ideia e renegar sua fé. Porém Bibiana, fazendo da oração seu escudo, permanecia invencível. Aproniano, furioso com a coragem e a perseverança de tão delicada virgem, ordenou que ela fosse amarrada a um pilar e açoitada com flagelos carregados de pesos de chumbo, até que expirasse. Ela sofreu essa punição com extrema alegria, e faleceu nas mãos dos carrascos.

1º de dezembro São Charles de Foucauld, Presbítero (1858-1916)

São Charles de Foucauld nasceu em 15 de setembro de 1858 em Estrasburgo, França, em uma família muito cristã. Foi batizado dois dias após seu nascimento e, em 28 de abril de 1872, recebeu sua Primeira Eucaristia e a Crisma. Perdeu os pais quando tinha apenas 6 anos de idade. Ele e sua irmã Maria foram confiados ao avô materno. Aos 12 anos, depois que a Alemanha anexou a Alsácia, a família mudou-se para Nancy.

Deixou a fé de lado durante sua adolescência, mas durante uma perigosa exploração no Marrocos, em 1883-1884, despertou nele uma pergunta: “Deus existe?” “Meu Deus, se você existe, deixe-me conhecê-lo”, foi seu pedido, que já assumiu as características daquela oração incessante que marcou toda sua vida. Voltando à França, Foucauld partiu em busca e pediu a um sacerdote para instruí-lo.