10 de janeiro Bem-aventurado Gonçalo de Amarante, Presbítero (1187-1259)

Nasceu em 1187, em Arriconha, freguesia de Tagilde, próximo a Guimarães, norte de Portugal. Muito cedo, ele se viu chamado ao sacerdócio. Em sua formação humana e cristã, Frei Gonçalo passou pelo Mosteiro Beneditino, depois por Braga, lugar onde foi ordenado pelo Arcebispo, que o nomeou pároco da freguesia de São Paio de Vizela.
9 de janeiro Servo de Deus Caetano de Messina (1807-1878)

Frei Caetano de Messina, sacerdote professo da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, nasceu em 15 de agosto de 1807, na vila de Castanea, na Província de Messina, na Itália. Foi batizado com o nome de Santi Lentini e educado na fé cristã, crescendo no amor de Deus, aos irmãos e na devoção a Maria. Fez os estudos elementares na sua cidade natal, continuando mais tarde no Convento de Santo Antônio, em Messina.
9 de janeiro Servo de Deus Miguel Ângelo de Cingoli (1908-2013)

Frei Miguel Ângelo, Cesare Serafini, nasceu em 30 de outubro de 1908, em Cingoli, Itália. Em 13 de outubro de 1916 ingressou no Seminário dos Capuchinhos de Corinaldo. Em 17 de setembro de 1925, ingressou no noviciado de Camerino. Em 4 de outubro de 1926 fez a sua Primeira Profissão Religiosa na Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, na mesma cidade do noviciado. Em 1º de novembro de 1929 fez sua Profissão Solene e Definitiva na Ordem dos Capuchinhos na cidade de Civitanova. Em 29 de julho de 1934 foi ordenado sacerdote.
9 de janeiro Santo Adriano de Cantuária, Abade (635-710)

Santo Adriano era natural da África. Tinha apenas cinco anos de idade quando sua família imigrou para Nápoles, pouco antes da invasão dos árabes. Lá estudou no Mosteiro dos Beneditinos de Nerida, onde foi ordenado sacerdote.
Tornou-se um estudioso da Sagrada Escritura, profundo conhecedor de grego e latim, professor de ciências humanas e teologia. A fama de sua capacidade e conhecimento chegou ao Imperador Constantino II que em 663 o fez seu embaixador junto ao Papa Vitalino, função que exerceu duas vezes. Depois o Papa o nomeou como um dos seus conselheiros. Quando morreu o Bispo da Cantuária, o Papa Vitalino convidou Adriano para assumir aquele cargo, mas ele recusou a indicação duas vezes, alegando não ter suficiente competência para ocupar esse posto. O Papa lhe pediu para que indicasse alguém mais competente, pois ele mesmo não conhecia.