10 de julho
Santos Mártires de Damasco
(† 1860)
Os Santos Mártires de Damasco foram um grupo de onze homens católicos (oito frades franciscanos e três leigos maronitas) assassinados por motivos religiosos em Damasco, na Síria, durante o Império Otomano.
O massacre ocorreu na noite de 9 de julho de 1860, em meio a uma violenta onda de perseguição anticristã promovida por milícias drusas no Monte Líbano e na Síria.
Sabendo do perigo iminente, os religiosos e leigos reuniram-se na paróquia franciscana do bairro de Bab Tuma para rezar, confessar e consumir a Eucaristia, evitando a profanação do altar.
O convento foi invadido e eles foram intimados a renunciar à fé cristã e a abraçar o Islã. Todos se recusaram e preferiram morrer a renegar a Jesus Cristo.
O grupo era liderado por São Manuel Ruiz López e divide-se entre religiosos da Custódia da Terra Santa e leigos maronitas locais:
Os oito Frades Franciscanos: Manuel Ruiz López (Espanha): Superior do convento. Carmelo Bolta Bañuls (Espanha): Pároco e professor de árabe. Engelbert Kolland (Áustria): Vigário paroquial. Nicanor Ascanio Soria (Espanha). Nicolás María Alberca Torres (Espanha). Pedro Nolasco Soler Méndez (Espanha). Francisco Pinazo Peñalver (Espanha). Juan Jacob Fernández (Espanha).
Os três irmãos leigos maronitas (Irmãos Massabki): Abdel Moati Massabki, Francis Massabki e Raphael Massabki.
Eles foram canonizados pelo Papa Francisco no dia 20 de outubro de 2024 na Praça de São Pedro, no Vaticano.