25 de julho São Tiago Maior, Apóstolo

São Tiago, dito o “Maior”, era filho de Zebedeu e Salomé (Mc 15,40; cf Mt 27,56) e irmão mais velho de São João, o evangelista, com quem foi chamado entre os primeiros discípulos por Jesus e foi solícito em segui-lo (Mc 1,19s; Mt 4,21s; Lc 5,10). É sempre colocado entre os três primeiros Apóstolos (Mc 3,17; Mt 10,2; Lc 6,14; At 1,13).
25 de julho São Cristóvão, Mártir

Poucos são os dados precisos sobre sua vida. Alguns escritos antigos afirmam que seu nome era Réprobo e que nasceu na Palestina. Como um verdadeiro gigante Golias, não havia quem lhe fizesse frente em termos de força física. Assim, só podia ter a profissão que tinha: guerreiro. Aliás, era um guerreiro indomável e invencível.
24 de julho São Charbel Makhlouf, Presbítero (1828-1898)

Presbítero da Ordem dos Maronitas Libaneses, animado pelo desejo de austera solidão e de mais alta perfeição, passou do cenóbio de Anaia, no Líbano, ao ermo, onde serviu a Deus dia e noite numa rigorosa sobriedade de vida com jejuns e orações.
23 de julho Santa Brígida de Suécia, Religiosa (1302-1373)

Contraindo matrimônio na Suécia com o senador Ulf, educou piamente os seus oito filhos e exortava o próprio esposo com as palavras e o exemplo à vida de piedade. Após a da morte do esposo, fez várias peregrinações aos Lugares Santos e morreu em Roma, deixando vários escritos sobre a reforma da Igreja, na sua cabeça e nos seus membros, e tendo lançado os fundamentos da Ordem do Santíssimo Salvador.
22 de julho Santa Maria Madalena, Apóstola dos Apóstolos

Liberta de sete demônios pelo Senhor, se tornou sua discípula, seguindo-O até ao monte Calvário e, na manhã da Páscoa, mereceu ser a primeira a ver o Salvador ressuscitado de entre os mortos e levar aos outros discípulos o anúncio da ressurreição.
21 de julho São Lourenço de Bríndisi, Presbítero e Doutor da Igreja (1559-1619)

Nasceu em Bríndisi, a 22 de julho de 1559. Transferiu-se, ainda adolescente, para Veneza, para a casa de um tio sacerdote, com o qual aprofundou a sua formação cultural e espiritual.
20 de julho Servo de Deus Cícero Romão Batista (1844-1934)

Padre Cícero Romão Batista nasceu em Crato – Ceará, no dia 24 de março de 1844. Um fato importante marcou a sua infância: o voto de castidade, feito aos 12 anos. A inesperada morte de seu pai, vítima de cólera-morbo, em 1862, o obrigou a interromper os estudos. Em 1865, ingressou no Seminário da Prainha, em Fortaleza. Foi ordenado no dia 30 de novembro de 1870, em Fortaleza.
20 de julho Santo Apolinário de Ravena, Bispo e Mártir

Apolinário, o primeiro Bispo de Ravena, segundo a tradição, teria sua origem no Oriente. A mando do próprio Apóstolo Pedro, de quem foi discípulo, foi enviado para converter os pagãos nas terras ao norte do Império Romano.
Membros da Academia Brasileira de Hagiologia participam do 1º Encontro Nacional de Postuladores das Causas dos Santos no Brasil

Entre os dias 14 e 17 de julho, na Casa Dom Luciano Mendes, em Brasília, aconteceu o 1º Encontro de Nacional de Postuladores das Causas dos Santos no Brasil. O evento contou com 70 participantes, entre os quais 4 membros da Academia Brasileira de Hagiologia: José Luís Araújo Lira (Fundador e Presidente de Honra), Dom André Alves dos Santos, OSB (Presidente), Pe. Danilo Rubia Soares e Frei Jociel João Gomes da Silva, OFMCap.
19 de julho Santa Macrina, a Jovem, Virgem (327-379)

Santa Macrina nasceu no ano 327 na cidade do Ponto, na Grécia. Era a mais velha dentre os dez filhos de São Basílio, o Velho, e Santa Amélia. Criada nos mais elevados sentimentos de piedade, após a morte do pai consagrou sua virgindade por voto a Deus, e tornou-se uma grande auxiliar de sua mãe na educação de seus irmãos. São Basílio, o Grande, São Pedro de Sebaste, São Gregório de Nissa e outros aprenderam com Santa Macrina seu precoce desprezo pelo mundo, seu temor ante as tentações, e sua dedicação à oração e à Palavra de Deus. Ela induziu a mãe a concordar com a fundação de dois mosteiros, um masculino e outro feminino, próximo a Ibora, no Ponto. O dos homens foi governado por São Basílio e por São Pedro. Para o mosteiro das mulheres, Santa Macrina escreveu uma regra com admirável prudência e piedade, e estabeleceu ali o amor e o espírito da mais universal pobreza, bem como o desapego do mundo, a mortificação, a humildade, e a constante oração e cântico de louvor.