Santa Bibiana era natural de Roma. Flaviano, seu pai, foi preso, queimado no rosto com um ferro aquecido e banido para Acquapendente, onde veio a falecer alguns dias mais tarde, devido aos ferimentos; sua mãe, Dafrosa, foi algum tempo depois decapitada. Bibiana e sua irmã Demétria, após a morte dos pais, foram despidas de tudo que possuíam no mundo e sofreram muito com a pobreza.
Aproniano, governador de Roma, convocou-as para virem à sua presença. Demétria, tendo feito sua confissão de fé, caiu e expirou ao pé do tribunal, diante do juiz. Aproniano deu ordens para que Bibiana fosse posta nas mãos de uma terrível mulher chamada Rufina, que devia convencê-la a mudar de ideia e renegar sua fé. Porém Bibiana, fazendo da oração seu escudo, permanecia invencível. Aproniano, furioso com a coragem e a perseverança de tão delicada virgem, ordenou que ela fosse amarrada a um pilar e açoitada com flagelos carregados de pesos de chumbo, até que expirasse. Ela sofreu essa punição com extrema alegria, e faleceu nas mãos dos carrascos.