20 de junho
Nossa Senhora Consolata
Segundo a tradição, o ícone original foi levado da Palestina para a Itália no século V por Santo Eusébio e doado a São Máximo, Bispo de Turim, que o expôs na Igreja de Santo André.
No ano 820, durante a crise iconoclasta (destruição de imagens religiosas), fiéis esconderam o quadro nas catacumbas da igreja. Com o passar do tempo, a localização se perdeu e o quadro foi esquecido.
No século XI, um marquês cego e doente chamado Arduíno teve uma visão da Virgem Maria. Ela pediu a reconstrução da antiga igreja e, ao iniciar as escavações, o quadro foi milagrosamente reencontrado intacto, devolvendo a visão ao nobre.
Após novas guerras destruírem o templo, a imagem sumiu novamente sob os escombros. Em 1104, um homem cego da França chamado John Ravais teve um sonho com a Virgem, que indicou o local exato do quadro em Turim. Ele viajou até a Itália, cavou no ponto indicado, achou o ícone e recuperou a visão na mesma hora. Desde então, ela se tornou a padroeira oficial de Turim.
A expansão global desta devoção está fortemente ligada a São José Allamano. Ele foi reitor do Santuário em Turim, por 46 anos e o transformou num centro de Espiritualidade Mariana e de irradiação missionária. Fundou duas congregações religiosas, a dos Padres Missionários da Consolata e das Irmãs Missionárias da Consolata.