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21 de dezembro São Pedro Canísio, Presbítero e Doutor da Igreja (1521-1597)

Natural de Nimege (Holanda), em 1521. Filho do prefeito de Nimega, teve a possibilidade de frequentar ótimas escolas, Direito Canônico em Lovaina e Direito Civil em Colônia.

A leitura dos Exercícios Espirituais de Santo Inácio determinou uma reviravolta decisiva em sua vida: cumprida a piedosa prática sob a direção de São Pedro Faber, ingressou na Companhia de Jesus, foi o oitavo que emitiu os votos perpétuos e foi ordenado sacerdote, consagrando-se inteiramente à restauração católica por meio da pregação, composição do primeiro catecismo católico e outros manuais de doutrina crista, e da fundação de muitos colégios jesuítas na Alemanha.

20 de dezembro São Domingos de Silos, Abade (1000-1073)

São Domingos de Silos nasceu em Cañas, vila da Província de Navarra, Espanha, no ano 1000, dentro de uma humilde família cristã. Quando o seu pai enxergou a sua inclinação para os estudos religiosos, tratou logo de encaminhar o filho para a formação que o levou, por vocação, ao sacerdócio. Ordenado sacerdote, passou mais de um ano na família e depois viveu dezoito meses na solidão.

Com o passar do tempo entrou para a família Beneditina, ingressando no Mosteiro de Santo Emiliano, onde logo foi feito mestre dos noviços pelo abade. Em seguida, foi encarregado de restaurar o priorado de Santa Maria de Cañas. Após isso, foi feito Prior do Mosteiro de Santo Emiliano.

19 de dezembro Bem-aventurado Urbano V, Papa (1310-1370)

Nasceu na França, em 1310, e tornou-se beneditino da Abadia de Chiriac. Após estudar direito canônico, passou a ensiná-lo em Montpellier, Toulouse, Paris e Avignon, e depois tornou-se monge em Cluny. Clemente nomeou-o abade em 1362. Sob Clemente VI, ele foi legado em Milão, e, sob Inocêncio VI, em Nápoles. Foi eleito em Avignon em 6 de novembro de 1362.

Desde o início de seu pontificado, várias personalidades convidaram-no, devido à sua santidade e dedicação, a que regressasse a Roma. Santa Brígida da Suécia, viúva cuja ordem Urbano aprovou, recebeu revelações de Jesus pedindo o retorno de Urbano à Cidade Eterna. O poeta Petrarca, em nome de seus concidadãos, solicitou o mesmo, tal como o Imperador Carlos IV. Evidentemente, a corte francesa não gostou muito da ideia.

Da manjedoura ao sepulcro vazio: Reflexões sobre o Natal e a Páscoa

Sinopse
Pouco após retornar ao velho Caminho – como descreve sua conversão já na vida adulta – o jornalista e escritor Fábio Tucci Farah passou a escrever anualmente mensagens de Natal e Páscoa. Quase duas décadas depois, os textos foram reunidos na coletânea “Da manjedoura ao sepulcro vazio – Reflexões sobre o Natal e a Páscoa” (216 págs.), Edições Loyola. A obra conta ainda com notas explicativas para contextualizar episódios mencionados e oferecer informações adicionais.

18 de dezembro Bem-aventurada Virgem Maria da Expectação do Ó

Festa de espanhola, a celebração da Expectação do parto de Nossa Senhora ou Nossa Senhora do Ó tem como significado e objetivo os anseios santos da Mãe de Deus por ver o seu Filho nascido. Desejos de milhares e milhares de gerações que suspiraram pela vinda do Salvador do mundo, desde Adão e Eva, e que se recolhem e concentram no Coração de Maria, como no mais puro e limpo dos espelhos. A Expectação, expectativa, do parto não é simplesmente a ansiedade, natural na mãe jovem que espera o seu primogênito; é o desejo inspirado e sobrenatural da “bendita entre as mulheres”, que foi escolhida para ser a Mãe Virgem do Redentor dos homens, a corredentora da humanidade. Ao esperar o seu Filho, Nossa Senhora ultrapassa os ímpetos afetivos de uma mãe comum e eleva-se ao plano universal da Economia Divina da Salvação do mundo

17 de dezembro São João da Mata, Presbítero (1152-1213)

Nasceu em 1152, em Francon, França. Menino ainda, mostrava grande amor à oração e aos pobres. Nos dias santos, seu passeio predileto era ao hospital, onde servia aos doentes. Com distinção terminou os estudos em Paris. À ciência ligava grande virtude e piedade, motivo por que o Arcebispo de Paris não pôs dúvida em ordená-lo sacerdote.

Durante a celebração da Primeira Missa apareceu-lhe um anjo do céu, que trazia um hábito branco, com uma cruz vermelha e azul no peito e estendia seus braços sobre dois cativos algemados, um cristão e um mouro. Viu nisto um aviso de Deus e tomou a resolução de dedicar suas energias à obra de libertação dos cristãos, que sofriam sob o jugo da escravidão dos mulçumanos. Antes de pôr em execução este plano, foi ter com o eremita São Félix de Valois, que o acolheu com muita satisfação, mas como companheiro.

16 de dezembro Bem-aventurado Clemente Marchisio, Presbítero (1833-1903)

O Bem-aventurado Clemente Marchisio nasceu em Racconigi, Itália, no dia 1º de março de 1833. Cresceu num ambiente muito religioso, que o levava a frequentar a igreja dos Freis Dominicanos como coroinha.

Precisou de ajuda econômica, para frequentar os estudos, mas a divina Providência foi ao seu encontro. Conseguiu ingressar no seminário de Bra, onde pode iniciar o seu caminho que o conduzirá a Turim, sob a direção de São José Cafasso, Reitor do Santuário da Consolata e promotor do “Convitto Eclesiástico”, instituído para a formação dos sacerdotes, deixando um forte sinal na história da igreja local e universal.

15 de dezembro Santa Maria Crucifixa de Rosa, Virgem (1813-1855)

Santa Maria Crucifixa de Rosa, no século Paula Francisca Maria, nasceu na cidade de Bréscia, Itália, no dia 6 de novembro de 1813.

Durante a primeira infância foi educada pelas Irmãs da Visitação, mas abandonou a escola após a morte da mãe em 1824. Com 11 anos, começou a trabalhar na fábrica da família. Lá ela conheceu as duras condições em que muitas mulheres trabalhavam, por isso ficaria marcada para sempre.

14 de dezembro São João da Cruz, Presbítero e Doutor da Igreja (1542-1591)

Nasceu perto de Ávila, em Fontiveros, Espanha, no ano de 1542. Filho de tecelões, ingressou na Ordem dos Carmelitas aos 20 anos, numa época em que estava relaxadíssima a vida regular da ordem.

Em Salamanca estudou artes e teologia, onde foi prefeito dos estudantes. Ordenado sacerdote em 1567 – época em que se encontrou com Santa Teresa de Jesus, São João da Cruz sentiu-se entusiasmado com as propostas dos “conventos reformados” dentro da Ordem, reconduzindo o Carmelo à primitiva observância.

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