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8 de maio São Vítor, o Mouro, Mártir († 303)

São Vítor, o Mouro, era africano natural da Mauritânia. Cristão desde criança, quando adulto ingressou no exército do imperador Maximiano. Quando este desejou sufocar uma rebelião na Gália, atual França, recrutou, então, um grande contingente de homens do Oriente e do norte da África. O destacamento que Vítor fazia parte se estabeleceu em Milão, na Itália. Entretanto o imperador exigia que todos os soldados, antes de irem para a batalha, oferecessem sacrifícios aos deuses pagãos do império. Os que se recusavam eram condenados à morte. Pois Vítor se recusou, mantendo e reafirmando sua fé cristã a cada ordem recebida nesse sentido. Ele foi levado ao tribunal e interrogado. Confessou novamente sua doutrina, entretanto, renovando sua lealdade ao imperador, quanto às ordens militares. O soldado Vítor, mesmo assim, foi encarcerado, permanecendo por seis dias sem comida e sem água.

7 de maio Venerável Serva de Deus Antonieta Farani (1906-1963)

Filha de imigrantes italianos, Irmã Antonieta, nasceu em Curitiba, Paraná, aos 29 de julho de 1906, recebendo o nome de Maria Concetta Farani. Aos 6 anos perdeu o pai e com ele todos os bens, as amizades e até a possibilidade de continuar a frequentar a escola. Sua mãe foi vítima de um golpe orquestrado pelo próprio cunhado e a esposa, que solicitaram que assinasse um documento, que considerava ter seu marido uma enorme dívida, o que fez a família perder toda a riqueza até então acumulada.

7 de maio Santa Flávia Domitila, Mártir

Santa Flávia Domitila era sobrinha de Flávio Clemente, que era então um dos cônsules de Roma. Nesta época, os cristãos que não adoravam os deuses romanos eram considerados ateus. O imperador Domiciano emplacou uma séria perseguição aos cristãos.

6 de maio São Domingos Sávio, Leigo (1842-1857)

São Domingos Sávio nasceu em 2 de abril de 1842, em Riva, na Itália. Era filho de pais muito pobres, um ferreiro e uma costureira, cristãos muito devotos. Ao fazer a Primeira Comunhão, com sete anos, jurou para si mesmo o que seria seu modelo de vida: “Antes morrer do que pecar”. Cumpriu-o integralmente enquanto viveu.

5 de maio Serva de Deus Maria de Lourdes Guarda (1926-1996)

A Serva de Deus Maria de Lourdes Guarda nasceu em 22 de novembro de 1926, em Salto, São Paulo. Com 18 anos, já lecionava no Colégio da Congregação das Filhas de São José do Caburlotto, em Salto, e sonhava seguir os passos de sua irmã na vida religiosa. Porém, antes era preciso tratar de um problema de saúde em sua coluna, lesão que lhe causava muitas dores.

5 de maio Santo Ângelo, Presbítero e Mártir († 1225)

Filho de pais judeus, era natural de Jerusalém. Sendo convertido à fé, abraçou a vida austera de certos anacoretas nas margens do Jordão. Dali, passou aos eremitas do deserto do Monte Carmelo. Ao que tudo indica, estava na companhia deles quando o Santo Alberto redigiu-lhes uma regra no ano de 1206; tornou-se um dos primeiros frades daquela sagrada ordem.

3 de maio Santos Filipe e Tiago Menor, Apóstolos

São Filipe, discípulo do São João Batista, foi um dos primeiros discípulos do Senhor (Jo 1,43). Originário de Betsaida, como os outros discípulos que então se uniram a Cristo, devia pertencer a uma comunidade helenizada, como faz supor seu relacionamento com os pagãos (Jo 12,20-30).

2 de maio Santo Atanásio, Bispo e Doutor da Igreja (295-373)

Nasceu no Egito, em 295, e desde a juventude era piedoso, culto e profundamente versado nas Sagradas Escrituras, como cabia a quem Deus escolhera para ser o defensor de sua Igreja contra a heresia ariana. Embora apenas um diácono, foi escolhido pelo bispo para acompanhá-lo ao Concílio de Nicéia, em 325, e atraiu a atenção de todos pelo conhecimento e habilidade com que defendia a fé. Alguns meses depois, tornou-se Patriarca de Alexandria, e por 46 anos suportou, muitas vezes quase sozinho, todo o peso do ataque ariano. Com a recusa do santo em readmitir Ário à comunhão católica, o imperador ordenou que o Patriarca de Constantinopla o fizesse em seu lugar. O miserável heresiarca prestou então um juramento segundo o qual sempre crera na fé da Igreja, e o patriarca, depois de inutilmente lançar mão de todos os meios para demover o imperador, recorreu ao jejum e à oração, para que Deus livrasse a Igreja de tão terrível sacrilégio. Chegado o dia da solene entrada de Ário no grande templo de Santa Sofia, o heresiarca e seu grupo se dirigiram para lá felizes e triunfantes. Mas antes que chegassem à igreja, a morte o golpeou de maneira súbita e terrível, e assim se evitou o temido sacrilégio.

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